terça-feira, 3 de maio de 2016

UMA REFORMA POLITICA COM URGENCIA







Há consenso na sociedade, no governo e no Parlamento sobre o esgotamento do atual sistema de representação brasileiro e que, sem uma ampla reforma política, não existe condições de governabilidade. Todos desejam uma reforma que:


a) fortaleça os partidos, dando-lhes consistência ideológica e programática,
b) combata a corrupção,
c) promova o equilíbrio na disputa eleitoral,
d) aproxime os representantes dos representados,
e) institua cotas raciais e/ou de gênero; e
f) amplie os mecanismos de participação e consulta popular.



Entretanto, não existe nenhum acordo a respeito do conteúdo ou do melhor arranjo para o sistema representativo, cada parlamentar tem um modelo próprio. O tema realmente é complexo e polêmica e afeta interesses políticos, partidários e pessoais, que podem comprometer o projeto de reeleição de muitos parlamentares. Qualquer reforma estrutural no sistema político terá ganhadores e perdedores. É uma questão de escolha. Isso explica porque os defensores de reforma política com esse escopo não conseguiram ainda reunir votos suficientes para aprová-la, nem mesmo em nível infraconstitucional.


Outro aspecto relevante é que, além da mudança no sistema representativo, é fundamental que haja mudança cultural nas direções partidárias, no comportamento dos parlamentares e gestores e até entre os eleitores. Os partidos, como regra, não têm nitidez ideológica e programática; não possuem uma clivagem social clara; apresentam programas para ganhar eleição e não para governar; permitem o uso de caixa dois nas campanhas eleitorais, ou seja, tem conduta moralmente rejeitada.


Enquanto os partidos recrutarem seus candidatos e fizerem as coligações apenas para aumentar seu espaço no horário eleitoral gratuito e ampliar sua fatia no fundo partidário, não haverá uma representação autêntica. Os agentes políticos precisam ter consciência de que o eleitor é titular do poder. Quando ele delega para que alguém em seu nome legisle, fiscalize, aloque recursos no orçamento ou administre um município, um estado ou a própria União, o faz com base em um programa, com exigência de prestação de contas e alternância no poder. E nenhum representante tem correspondido a essa expectativa, levando à descrença do eleitor nos agentes públicos e nos políticos de modo geral.


Um dos principais problemas do nosso sistema político é o excessivo número de partidos – e com as características mencionadas – com representação no Parlamento, algo próximo de 30, o que dificulta sobremaneira a formação de coalizões de apoio ao governo federal. Os governantes, por sua vez, precisam formar maioria para governar e o fazem com base no toma lá dá cá. Os recursos de poder para formar a maioria, invariavelmente, incluem a distribuição de cargos, a liberação de recursos do orçamento, mediante emenda ou convênio, e a negociação do conteúdo das políticas públicas.


A forma mais eficaz de reduzir o número de partidos, sem retirar-lhes autonomia e independência, tem sido a instituição de cláusula de barreira e o fim das coligações nas eleições proporcionais, o que requer mudança constitucional com exigência de três quintos dos votos em dois turnos em cada casa do Congresso. Outros temas, para cuja aprovação exige-se apenas maioria simples, o grau de polêmica é grande, como no caso do financiamento público exclusivo de campanha, a substituição do voto aberto pelo voto em lista e a mudança no quociente eleitoral.


Para aperfeiçoar as regras sobre disputa eleitoral, a formação e o exercício do poder, a reforma política precisaria tratar de alguns dos temas a seguir:


1) a substituição do voto proporcional pelo majoritário;


2) a adoção do voto distrital ou distrital misto;


3) o fim das coligações nas eleições proporcionais;


4) a adoção da cláusula de barreira;


5) a instituição de voto facultativo;


6) a destituição de mandato (recall);


7) a previsão de candidaturas avulsas;


8) o fim da reeleição;


9) a eleição para suplente de senador;


10) o financiamento cidadão ou o financiamento exclusivamente público;


11) a coincidência de mandatos;


12) as cotas raciais e de gênero;


13) a eliminação de foro privilegiado;


14) a ampliação da democracia direta e da participação popular; e


15) a adoção da federação de partidos, dentre outros.




Antônio Augusto de Queiroz

sábado, 16 de abril de 2016

Casal real comemora 1 ano de casamento

Dom Rafael Alves de Almeida,e a Condessa Bruna, completam 1 anos de casados neste ultimo dia  15 de abril, e a data vem com um gostinho especial. O aniversário de casamento é manchete dos sites  veículos internacionais que relembram o casamento  fechado para apenas familiares e amigos    convidados, para se tornar a nova integrante da família real.

domingo, 27 de março de 2016

Princesa Alix de Ligne e Conde Guillaume de Dampierre: "o casamento real do ano"

Reportagem e edição da revista Point de Vue, França Digitalização do Blog Monarquia Já

Como noticiado amplamente por meios de informação europeus e brasileiros, a Princesa Alix

Ligne noivou

Guillaume de

casamento deve

próximo.

junho

revista Point de

edição nº 3526, que acaba de chegar ao Brasil, além da capa, dedica 6 páginas ao casal. Sob o título “O casamento real do ano (Le mariage royal de l’année)”, a revista conta

noivos e de suas

Princesa

A

famílias.

Ligne, que trabalha e mora no Rio de Janeiro, é

Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe

Imperial do Brasil, e seu noivo, o Conde Guillaume, que descende de importantes casas nobres da Europa, aparentado

Bourbon, é também descendente, como a noiva, de Luiz IX, Grande Rei e Santo da França, conta a revista aos leitores em todo o mundo.

Point de Vue

noivos se casarão no Castelo de Beloeil, mas irão morar no Brasil, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, “juste

plage”, conforme a Princesa Alix afirma a revista.

Em Portugal, o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança concede

Em Portugal para participar das celebrações em homenagem aos 200 anos do falecimento da Rainha Dona Maria I, o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança concedeu entrevista a rádio "Renascença", acompanhe a transcrição:

“O que está a acontecer é bom para o Brasil”, diz príncipe da Casa Imperial

Por Renascença, Portugal, 21 Mar, 2016 - 19:22 • Filipe d'Avillez Em: http://rr.sapo.pt/noticia/49882/o_que_esta_a_acontecer_e_bom_para_ o_brasil_diz_principe_da_casa_imperial

"O país está a tomar conhecimento de situações que antes não eram esclarecidas", diz D. Gabriel de Orléans e Bragança, descendente directo de D. Pedro II, imperador do Brasil. Espera que a "Lava Jato" possa levar a mudanças de fundo na política brasileira.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

MOVIMENTO LUTA PARA QUE O BRASIL SE TORNE UM PAÍS IMPERIAL

O Brasil pede uma nova monarquia, um ato patriótico que pode salvar uma nação

No Brasil, o modelo de governo atual há muito tempo não vem agradando seus patriotas, que acreditaram nos seus governantes, pessoas eleitas para administrar as contas públicas. Por conta disto há um movimento que pretende mudar o modelo de governo do Brasil Monarquia.

Ter status de nobreza e o baixo custo de manutenção nesse modelo de governo seria ótimo para o país, o custo para manter o atual governo brasileiro chega a ser cinco vezes mais alto do que o custo de um governo onde atua a Monarquia.

Este movimento é liderado por um grupo de brasileiros que luta para que o país seja enfim liberto deste modelo falido. Eles seguem firme no propósito, o movimento é chamado de Movimento pró Monarquia (Casa Imperial do Brasil).

Na Monarquia Parlamentarista o Imperador é o chefe de estado que representa o povo, mas quem administra o governo é o Presidente do Conselho de Ministros, chamado de Primeiro Ministro.

Fugir da corrupção

Os casos de corrupção estão sempre acontecendo até mesmo em partidos que o povo pensava serem menos corruptíveis. Muitos brasileiros, por estarem cansados de tantas incertezas políticas a respeito deste governo, acabam indo embora do Brasil para tentar a vida em países com governos mais efetivos, como nos países onde impera a Monarquia, e casos de corrupção são raros e também o rei não tem motivos a se aliar a um grupo econômico ou a partidos.

As declarações de saída definitiva para outros países têm aumentado em 40% e as principais interessadas são pessoas que se formaram no Brasil e não encontram meios de exercer com dignidade o que aprenderam, os investidores são outros que escolhem o mesmo caminho, se o país não muda seu sistema de governo, eles que se mudam do país a fim de encontrar uma vida digna em países onde há Monarquia, pois o monarca sempre representa o povo de forma efetiva.

Países Monárquicos

Canadá é um país que fica na América do norte. A austrália é um país localizado na Oceania. O Japão, terra do sol nascente que fica no Oriente. Países europeus como, Espanha, Reino Unido, Suécia, Noruega, Dinamarca, Países Baixos e Bélgica.

Dos países com o sistema de governo Monárquico o bom exemplo a seguir é a Suécia, um país escolhido pelos brasileiros por causa de sua capacidade de oferecer um bom nível de igualdade social.

Agora resta saber se os brasileiros aceitariam esse modelo de governo que teve seu fim no país em 1889.

Realeza do Brasil na posse da OAB Federal

 

QUEM ESTEVE MARCANDO PRESENÇA NA SOLENIDADE DE POSSE DA NOVA DIRETORIA DA OAB NACIONAL EM BRASILIA FOI O PRINCIPE DOM GABRIEL DE ORLEANS E BRAGANÇA, SOBRINHO DO PRINCIPE DO BRASIL, DOM LUIZ GASTÃO DE ORLEANS E BRAGANÇA,CHEFE DA CASA IMPERIAL DO BRASIL. PRINCIPE DOM GABRIEL DE ORLEANS E BRAGANÇA, JUNTAMENTE COM O COMENDADOR DOM RAFAEL ALVES DE ALMEIDA E A SUA ESPOSA A CONDESSA DONA BRUNA ALBUQUERQUE DE CARVALHO ALVES DE ALMEIDA REPRESENTARAM OS DOUTORES
MOYSES BARBOSA E DRA. IVANYR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
PRESENTE  PARA GRANDE SOLENIDADE DE POSSE.
DO NOVO PRESIDENTE DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

OS 75 ANOS DO PRÍNCIPE IMPERIAL DO BRASIL






Sua Alteza imperial e Real, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, comemorou seu aniversário de 75 anos na presença de autoridades, amigos, monarquistas e admiradores.



Convite enviado ao editor do Blog Monarquia Já




O Príncipe Imperial do Brasil comemorou no dia 2 de fevereiro de 2016, seu 75º aniversário, em jantar, para convidados, no prestigiado restaurante La Casserole de São Paulo. Estiveram presentes amigos e monarquistas da capital paulista e de diversas partes do Brasil. O Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança, sobrinho de Dom Bertrand, assim como o Príncipe Dom Casimiro e a Princesa Dona Maria Cristina de Bourbon Duas-Sicílias compareceram ao jantar.

Estiveram presentes ilustres nomes do movimento monárquico brasileiro, como o Sr. Osvaldo e a Sra. Hayley Rocco, Dr. Eduardo e Dr. Fernandes Tozzini – que viajaram do Paraná especialmente para o evento, Dr. Caio Xavier da Silveira, Sr. Fausto Borsato e Dr. José Guilherme Beccari, entre muitos outros.



Dr. José Guilherme Becarri, do Pró Monarquia, discursa em homenagem ao Príncipe Dom Bertrand



Monarquistas e admiradores celebram os 75 anos do Príncipe Dom Bertrand


Dr. Eduardo e Dr. Fernandes Tozzini, pertencentes ao movimento monarquista paranaense, foram à capital paulista a convite do Príncipe Imperial



Dr. Ciro D'Avino e o Sr. Fausto Borsato comemoram com amigos o aniversário


Dom Bertrand de Orleans e Bragança, a O Príncipe Dom Casimiro e a Princesa Dona Maria Cristina de Bourbon Duas-Sícilias e autoridades do estado de São Paulo, brindam a importante data


O iminente advogado e monarquista, Dr. Eduardo Tozzini, cumprimenta o Príncipe Imperial



Junto da bandeira Imperial, Dom Bertrand posa para fotos. No registro Dr. Eduardo e Dr. Fernandes Tozzini


A Professora Hayley e o destacado colaborador do Pró Monarquia, Sr. Osvaldo Rocco, com os monarquistas do Paraná


Dom Gabriel de Orleans e Bragança é saudado por Dr. Fernandes Tozzini





A edição do Blog Monarquia Já congratula S.A.I.R., o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, pela comemoração do seu 75º aniversário, desejando que continue empreendendo, com absoluto sucesso, as atividades em prol da restauração da Monarquia e da dignidade do país, agradecendo-lhe por ser um exemplo de Príncipe, honrando o Brasil e os brasileiros.


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Com imagens do Dr. Eduardo Tozzini,