segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A REFORMA DO PODER LEGISLATIVO




Impressiona muito o contraste na atitude assumida, no final de ano, pelos congressistas norte-americanos e os brasileiros. Lá, os parlamentares se dispuseram a trabalhar, ininterruptamente, no mês de dezembro, inclusive no dia 31, e em 1.º de janeiro para encontrar uma saída para o que foi chamado de abismo fiscal (fiscal cliff), cuja consumação, a partir de janeiro, teria repercussões severas sobre o nível da atividade econômica mundial.

Ainda que não se tenha logrado uma solução definitiva para a complexa combinação de corte de gastos e de impostos, o episódio valoriza a capacidade de negociação entre o Executivo e o Legislativo daquele país, sob a égide do consagrado princípio da harmonia e independência dos poderes.

Aqui, depois do prolongado recesso oficioso decorrente das eleições municipais, os senadores e deputados optaram por desfrutar das tradicionais férias de fim de ano, que se prolongam até o início de fevereiro, sem que deliberassem, dentre inúmeras matérias relevantes, sobre o Orçamento para 2013 e os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE) declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) – malgrado todos saberem que os recursos desse fundo constituem fonte indispensável para financiamento dos gastos da esmagadora maioria dos Estados.

O que houve com o Congresso Nacional? Decidiu abdicar do exercício de suas funções constitucionais?
O Congresso perdeu o gosto pela produção de leis, propiciando, inclusive, um crescente ativismo do Poder Judiciário para suprir a mora legislativa.

Mesmo em épocas difíceis, como no segundo governo de Getúlio Vargas e nos governos militares pós-64, o Congresso jamais renunciou às suas responsabilidades. Ainda que desfalcado pela cassação de ilustres membros, novas gerações de parlamentares mantiveram o legado de combatividade, exercendo honradamente a atividade política na sua expressão mais nobre.

Paradoxalmente, a abertura democrática, que sucedeu os governos militares, e a Constituição de 1988 concorreram, francamente, para o enfraquecimento da atividade parlamentar.


Em 1985, as novas bases de apoio governamental promoveram uma assustadora fúria fisiológica, privilegiando-se a filiação partidária em detrimento da habilitação técnica. Perdeu-se a compostura. A cobiça atingiu limites escandalosos, levando à criação de tantos cargos quantos fossem necessários para saciar a sede fisiológica.

A Constituição de 1988 introduziu institutos concebidos para uma pretensão de governo parlamentarista. Prevalecendo a tese presidencialista, esses mesmos institutos se converteram em armas contra o próprio Parlamento, a exemplo das medidas provisórias com força de lei.

O mais grave é que, com o passar do tempo, elas aumentaram sua toxicidade política, sendo utilizadas para tudo, desde a alteração do Orçamento e das leis de diretrizes orçamentárias até a majoração de tributos, daí passando para verdadeiras colchas de retalho, recheadas pelos “contrabandos” dos projetos de lei de conversão.

O novo regime, introduzido pela Emenda Constitucional n.º 32, de 2001, estabelecendo o travamento das pautas legislativas até a votação das medidas provisórias editadas, infelizmente serviu apenas para paralisar de vez a atividade legislativa.

Até mesmo a exigência constitucional de prévio exame dos requisitos de relevância e urgência foi afastada por uma manobra regimental, repudiada recentemente pelo STF.

Consolidou-se, dessa forma, a transferência da capacidade de legislar para o Poder Executivo, que dispõe ainda do recurso ao veto, que pode fulminar as parcas proposições do Legislativo. Não bastasse a exigência de quórum qualificado para sua derrubada, na prática, só remotamente os vetos são apreciados.

É espantoso constatar que existem mais 3 mil vetos na fila há mais de 12 anos, a despeito de a Constituição prescrever prazo de 30 dias para sua apreciação pelo Congresso.

Tudo isso estimulou, também, a preguiça. O Congresso perdeu o gosto pela produção de leis, propiciando, inclusive, um crescente ativismo do Poder Judiciário para suprir a mora legislativa.

O poder de fiscalização do Congresso foi garroteado pelo boicote à convocação de autoridades e pela farsa das CPIs, apequenadas pela maior capacidade investigatória dos órgãos especializados e pelo silêncio dos investigados, com base em direito sufragado pela Constituição.

O que sobra para o Congresso? Elevar verbas de representação, indicar apaniguados para funções públicas, cumprir os formalismos para aprovação de indicados para os cargos de ministros de tribunais, embaixadores e diretores de agências e, por fim, fazer o jogo das emendas parlamentares – fonte inesgotável da corrupção política. Eventualmente, escutam-se protestos.

Os brasileiros cultivam grande apreço por reformas. Elas satisfazem o desejo de mudar e têm tamanha indeterminação que atendem a todas as vontades. A imprecisão do ânimo reformista não significa, contudo, negação dos problemas. A reforma política, por exemplo, deveria ultrapassar a dimensão eleitoral e incluir a reforma do Legislativo. Trata-se, entretanto, de tarefa difícil, pois requer o concurso de estadistas.


Everardo Maciel

CASAMENTO DO ARQUIDUQUE CHRISTOPH DA ÁUSTRIA COM ADELAIDE DRAPE-FRISCH










Nos últimos dias de dezembro de 2012, casou-se na Basílica de Saint-Evpre em Nancy, o Arquiduque Christoph da Áustria com Adelaide Drape-Frisch. Ele é filho do Arquiduque Carl Christian e da Arquiduquesa Marie Astrid da Áustria, nascida Princesa do Luxemburgo. O Arquiduque Christoph é descendente do Rei Dom João VI e primo da Princesa Dona Christine de Orleans e Bragança, nascida Princesa de Ligne, tanto por seu pai, quanto por sua mãe. Sua mãe passou toda a juventude muito ligada a Dona Christine, participando, com aquela Princesa, de um programa de voluntariado em conjunto com as freiras da Ordem de Santa Cruz que as levou para Índia, onde puderam prestar assistência social a crianças em situação de vulnerabilidade.

A noiva é filha de um diplomata da Bélgica. Antes do casamento, os pais dos noivos ofereceram um jantar de gala aos convidados. No dia seguinte, compareceram inúmeros membros do Gotha de todo o mundo à cerimônia. A festa foi celebrada na Câmara Municipal de Nancy.


O JANTAR DE GALA


O Grão-Duque Herdeiro do Luxemburgo, e sua esposa a Grã-Duquesa Stéphannie


No jantar, na mesa com o Grão-Duque Henri de Luxemburgo e a Arquiduquesa Marie Astrid da Áustria, vê-se, de perfil, a Princesa Dona Eleonora de Orleans e Bragança, Princesa Titular de Ligne

O CASAMENTO


A Princesa Dona Eleonora e o Príncipe Michel de Ligne. Primos irmãos do pai e da mãe do noivo


No frio europeu, a Princesa brasileira em toda sua elegância








Morando e trabalhando no Brasil, a Princesa Alix de Ligne, na foto acompanhada pelo irmão, o Príncipe Henri de Ligne, foi a Europa para o casamento do primo



A Grã-Duquesa Maria Teresa e o Grão-Duque Henri de Luxemburgo



O Príncipe Nikolas e a Princesa Maria do Liechtenstein acompanhados da Princesa Sibila e do Príncipe Joachim do Luxemburgo


A Arquiduquesa Yolanda da Áustria, nascida Princesa de Ligne, tia do Príncipe Michel e da Princesa Dona Christine


A irmã do noivo, a Condessa Marie Christine, o pequeno Léopold e o Conde Rudolf de Limburg-Stirum



A cerimônia reuniu mais de 600 convidados



Os Arquiduques pais do noivo


Os noivos


A foto oficial




Fotos: RTL, Pure People e arquivo Blog Monarquia Já

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

CARTÃO DE NATAL DE S.A.I.R. DOM LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA AOS BRASILEIROS






Em seu tradicional cartão de natal, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, que traz uma homanagem ao Conde d'Eu em seus 90 anos de falecimento, deseja a todos um Santo Natal e um feliz Ano Novo. Confira as imagens:





Nos juntamos ao Imperador de direito so Brasil, para desejar aos nossos leitores, amigos e colaboradores, os melhores votos de um Santo Natal e de um ano Ano Novo repleto bençãos, de fé, saúde e paz.

Com os desejos de que cada monarquista possa reproduzir este belo cartão e os agradecimentos aos membros do Pró Monarquia e ao Professor Luiz Augusto Franco.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

D.Isabel de Bragança é uma mãe orgulhosa: "Temos muita sorte, são bons filhos e muito fáceis"



A duquesa de Bragança esteve no Bazar de Natal da Assembleia de Malta no Hotel Ritz e aproveitou a ocasião para falar dos filhos, Afonso, Francisca e Dinis.


17 Dezembro 2012 às 17:33





Habituada a marcar presença nas ocasiões em que pode fazer diferença na vida dos outros, D. Isabel de Bragançaesteve no Bazar de Natal da Assembleia Portuguesa da Ordem de Malta, cujas receitas reverterão a favor das respetivas obras existenciais, e aproveitou para contribuir fazendo algumas compras. Preocupada em transmitir aos filhos os valores que considera fundamentais, D. Isabel levou um mealheiro para cada um, já que pretende que Afonso, Francisca e Dinis (de 16, 15 e 13 anos, respetivamente) sejam poupados e atentos aos gastos: "Os meus presentes têm habitualmente um objetivo e neste caso é para aprenderem a poupar. Temos o hábito de não lhes dar muitos presentes, mas este ano eles próprios, ao verem o que se passa, têm mais atenção. Voluntaria­ram-se para o Banco Alimentar e têm estado a juntar alguns dos seus brinquedos para doar."

As férias de Natal servem para a duquesa de Bragança passar com os filhos o máximo de tempo possível, já que começam a ter cada um a sua vida: "Eles estão na fase da adolescência e tudo é diferente para todos, por isso, conversamos muito. É uma fase muito interessante e desafiante, pois eles próprios começam a estar interessados no que os rodeia. Temos muita sorte, são bons filhos e muito fáceis, embora com as contestações próprias."

Ler mais: http://caras.sapo.pt/realeza/portugal/2012/12/17/d.isabel-de-braganca-e-uma-mae-orgulhosa-temos-muita-sorte-sao-bons-filhos-e-muito-faceis#ixzz2FRWWvReu

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orléans e Bragança visita Uberaba




Ellen Gomes








O casal José Humberto e Maria Inês Valim Henriques (com a linda filhinha Maria Clara) recebeu o príncipe Bertrand de Orleans e Bragança em sua bonita residência

A surpreendente visita do Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orléans e Bragança nesta segunda-feira, dia 10, em Uberaba, movimentou segmentos da cidade, especialmente culturais e religiosos. Dom Bertrand é trineto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel, a Redentora. Herdeiro dinástico, sendo o segundo na sucessão da Casa Imperial Brasileira, hoje chefiada por seu irmão mais velho Dom Luiz, com o qual reside em São Paulo, capital.

Livro
Dom Bertrand é advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP. Coordenador e porta-voz do movimento Paz no Campo, percorrendo o Brasil, fazendo conferências para produtores rurais e empresários, em defesa da propriedade privada e da livre iniciativa. Em Uberaba veio divulgar o seu livro: "Psicose Ambientalista - Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma "religião" ecológica igualitária e anticristã". Oportunidade em que concedeu várias entrevistas à imprensa local, manteve contatos, recebeu homenagens e fez algumas visitas, seguindo vigem para os estados de São Paulo e Paraná.

Comitiva
Acompanhado pelos membros da Comissão de Estudos Ambientais do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, jornalista Nelson Ramos Barreto (Brasília) e o empresário Paulo Henrique Chaves (Belo Horizonte), juntamente com o engenheiro Fausto Jorge Borsato, da Editora Petrus (São Paulo), Dom Bertrand foi ciceroneado em Uberaba pelo professor e maestro Fabricio Rodrigues Pereira e com muita honra por esta colunista.

Agenda
Pela manhã o príncipe Dom Bertrand concedeu entrevista ao Canal do Boi, através do apresentador Luiz Crozara, com perfeito estúdio instalado no Parque da ABCZ, em programa ao vivo "Zebu para o mundo", com ampla abrangência nacional e em mais 14 paises da América Latina. Posteriormente, concedeu entrevista ao vivo no MG 1 da TV Integração, com ampla abrangência local e regional. Almoçou no Cuppin Grill com o presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, escritor José Humberto Henriques, e com o ex-presidente da instituição, historiador e escritor Guido Bilharinho. No almoço, Dom Bertrand contou com a presença da maestrina Olga Maria Frange de Oliveira e seu marido Milton Oliveira, recebendo os cumprimentos do Presidente da Câmara Municipal de Uberaba, Luiz Dutra, que fez questão de saudá-lo. Na sequência, retornou a sua agenda de entrevistas aos jornais e rádios de Uberaba.

Quitanda´s Vovó Tuta
Dom Bertrand lanchou no mezanino da famosa Quitandas Vovó Tuta, na companhia da futura primeira dama de Uberaba, Heloisa Nogueira, esposa do deputado federal Paulo Piau, que foi o relator do Código Florestal. O Príncipe autografou o livro de sua autoria à Paulo Piau e aos integrantes daquele momento, na companhia desta colunista, da maestrina Olga Frange Oliveira e seu marido Milton Oliveira. Amável com todos, Dom Bertrand gosta de pamonha e no Cuppin Grill pediu de sobremesa goiabada cascão com queijo de Minas...

Religiosidade
Desde muito jovem Dom Bertrand recebeu esmerada formação católica, sendo orientado por seu Pai para o gosto pelo estudo doutrinário e a análise dos acontecimentos nacionais e internacionais. Em Uberaba, esteve no Carmelo, onde se comungou com o PE. Ricardo Fidelis e manteve contato com a Madre Maria Aparecida da Divina Misericórdia.
Na Catedral Metropolitana de Uberaba recebeu a clarinada através dos trompetes do Subtenente William (maestro da Orquestra Tiradentes) e de Leonardo Carvalho (saxofonista e trompetista da Orquestra Tiradentes) fez o segundo trompete para a entrada do Príncipe Imperial. Orou na Capela do Santíssimo...

Homenagens
Também na Catedral, Dom Bertrand foi homenageado pelo canto do contra-tenor Wiliam Douglas - novo talento de Uberaba com sua rara voz - e pelo talentoso Pedro Henrique Kapellmeister, mestre de capela, organista titular da Catedral de Uberaba, que apresentou ao príncipe Bertrand o órgão de tubos, o maior do estado de Minas Gerais com 2.000 tubos, restaurado pela família Rigatto e filhos de São Paulo, através da iniciativa de Monsenhor Paulo Porta, pároco e referência maior da nossa Catedral, em viagem, na oportunidade. A noite, na Igreja de São Domingos foi homenageado com a belíssima apresentação do Coral Artístico Uberabense sob a regência da maestrina Olga Maria Frange de Oliveira e 20 vozes.


Livros e presença
Na residência do presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, José Humberto Henriques e esposa Maria Inês Valim Henriques, Dom Bertrand conheceu a filhinha do casal Maria Clara e a biblioteca do escritor, agradecendo a hospitalidade mineira e aos livros presenteados por Henriques.


domingo, 2 de dezembro de 2012

Príncipe Rafael de Almeida, Recebe novo titulo honorifico



No dia 24 de novembro, O Principe Rafael deAlmeida, foi agraciado com o Título de "Cavaleiro Grã Cruz da SOBERANA ORDEM DA ÁGUIA DOURADA DE KASTÓRIA, concedido por Vossa Alteza Real O . Príncipe. Kyr Herodotus Alexandros I,SOBERANA CASA PRINCIPESCA DE KASTORIA, DUCAL DE ASKOS.
sua alteza segurando o diploma de cavaleiro grã cruz/ 


sábado, 1 de dezembro de 2012

REQUINTE E CARIDADE







Em mais uma parceria de absoluto sucesso, Francesca Romana Diana e a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança foram a Santa Catarina para inaugurar duas novas lojas da grife e lançar o bracelete que retrata a ponte Hercílio Luiz, o mais famoso cartão postal da cidade de Florianópolis. Na ocasião, a Princesa Dona Maria Gabriela autografará as joias que receberam suas belas pinturas. Parte do valor arrecadado será doado à Associação das Pessoas Portadoras de Câncer.


Francesca Romana Diana e a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança

Francesa Romana Diana, nobre italiana residente no Brasil, amiga da Família Imperial, é designer de joias e empresária de sucesso. Possui mais de 20 lojas em todo o Brasil e umcorner no El Corte Inglês, na Espanha. Além da parceria com Dona Maria Gabriela, Francesca também tem trabalhos com Dom João Henrique de Orleans e Bragança, que fotografou para ilustrar os braceletes da grife.

A Princesa Dona Maria Gabriela é, junto com sua irmã gêmea – a Princesa Dona Maria Teresa, a filha mais nova do falecido Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança. É renomada pintora de aquarelas, expondo seu trabalho no Brasil e na Europa. Dona Maria Gabriela, assim como seu irmão, o Príncipe Dom Antonio e alguns sobrinhos, herdou o notável talento do pai, Dom Pedro Henrique, e da mãe, a Princesa Dona Maria da Baviera.


As obras de arte

A nova loja de Francesca Romana Diana será inaugurada no Floripa Shopping, dia 29 de novembro, às 19h. Em Blumenau a inauguração ocorreu em 28 de novembro no Shopping Park Europeu.