sexta-feira, 23 de junho de 2017

O I ENCONTRO MONÁRQUICO-CONSERVADOR DE FORTALEZA




No último dia 15, um sábado, foi realizado o I Encontro Monárquico-Conservador de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, promovido pelo Círculo Monárquico de Fortaleza e pela Associação Cultural São Thomas More, no Seara Praia Hotel.

O distinto e numeroso público, que lotou a sala de conferências, era composto por veteranos monarquistas, mas, em sua maioria, por jovens sedentos por uma alternativa de um futuro melhor para o nosso Brasil, que virá apenas por meio da restauração do regime monárquico constitucional e parlamentar.

Como convidados de honra, representavam a Casa Imperial do Brasil S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, e seu sobrinho, S.A.R. o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança. Os dois Príncipes foram muitos requisitados, conversando com todos os presentes e posando para as já corriqueiras “selfies”.

O Encontro foi iniciado com a execução do Hino da Independência, entoado por todos os presentes, antes de a abertura dos trabalhos ser feita pelo Dr. Juvenal Arruda Furtado, Presidente do Círculo Monárquico de Fortaleza e monarquista atuante desde a época do Plebiscito de 1993.

Ato contínuo, seguiu-se singular palestra do historiador e advogado Prof. Dr. Diego Guagliardo Neves, intitulada “A utilidade contemporânea do Poder Moderador para a conciliação política”. Na sequência, Pedro Arthur Salgado, Diretor Geral da Associação Cultural São Thomas More, ofereceu uma breve explanação sobre a entidade.

Em seguida, o cientista político Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca ministrou a palestra “Monarquia: uma resposta simbólica à religião política do multiculturalismo”, mostrando, de forma brilhante, o perigo do multiculturalismo para a nossa cultura. Logo depois, o filósofo e advogado Prof. Dr. Giuseppe Mallmann pôde falar, brevemente, sobre o Movimento Monárquico no Cariri, região do sul do Estado do Ceará.

Após o intervalo para o almoço, os trabalhos da tarde foram abertos por S.A.R. o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança, que deu a palavra ao jovem empreendedor digital Ícaro de Carvalho, que inspirou a todos e mostrou o caminho a ser seguido na guerra cultural em que vivemos, através de sua palestra, intitulada “Os grandes desafios para 2017: a disseminação do ideal monárquico, a ocupação do espaço e a sua introdução aos jovens”. Ato contínuo, Lourival Souza, Diretor Cultural do Instituto Liberal do Nordeste, tratou rapidamente acerca do Movimento Monárquico no Estado do Maranhão e do Expresso da Liberdade.

Na sequência, o advogado, cientista político, internacionalista e jornalista Dr. Bruno Garschagen, autor do best-seller “Pare de acreditar no governo – Porque os brasileiros não confiam nos políticos e amam o Estado”, palestrou sobre a “Aristocracia natural e o espírito do gentleman”, prendendo a atenção de todos com sua justificativa sobre ser monarquista e conservador. Após rápida pausa para o coffe-break, jovens locais fizeram breves exposições sobre os Movimentos Monarquistas nos Estados do Pará e da Paraíba.

Por fim, Miguel Serra, Coordenador da Associação Cultural São Thomas More, conduziu um talk-show com S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, que, de forma magnânima e através de respostas sólidas, demonstrou a superioridade da Monarquia sobre a República, contribuindo grandemente para a formação humana e intelectual de todos os que ali estavam presentes.

Sem dúvida, o I Encontro Monárquico-Conservador de Fortaleza representou mais um avanço rumo à restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar no Brasil. Foi um evento de tom íntimo e familiar, que criou e consolidou laços de amizade entre os veteranos e jovens monarquistas do Norte e do Nordeste, abrilhantado pelas personalidades dos grandes palestrantes e coroado pela presença dos Príncipes da Casa Imperial do Brasil. Um evento que contou com todas as bênçãos de Nosso Senhor Jesus Cristo, Nossa Senhora Aparecida e São Thomas More!

Agradecemos à Associação Cultural São Thomas More por disponibilizar as fotografias.

O sistema alemão, adaptado ao Brasil, é a melhor solução




“O sistema alemão, que junta eleições majoritárias e proporcionais para compor um Parlamento em que os partidos têm representação ajustada aos votos que receberam, pode ser adaptado ao Brasil, mantendo sua essência”



HELIO DOYLE


As discussões sobre a reforma política e eleitoral deveriam ser feitas em bloco, sem fatiar os temas como se fossem independentes. O debate segmentado fica capenga e é prejudicado quando, por exemplo, discute-se financiamento de campanha ou o tempo de televisão sem considerar se as eleições para deputados serão proporcionais ou majoritárias e, nesse caso, qual o tamanho do distrito. Nem mesmo financiamento da campanha e tempo de TV deveriam ser assuntos discutidos separadamente.


Há uma forte relação entre os temas da reforma política, em vários outros aspectos. Se as eleições são simultâneas ou de dois em dois anos, isso se reflete no financiamento, no tempo de televisão, na lista aberta ou fechada e por aí adiante. Muitas outras escolhas acerca da reforma política e eleitoral deveriam estar submetidas à definição sobre o modelo para eleger deputados e vereadores.
A eleição de deputados e vereadores pode ser proporcional, como no Brasil, ou majoritária, como nos Estados Unidos, na Inglaterra e no Canadá. No primeiro caso, a votação que cada partido ou coligação obtém define o número de candidatos que elegerá. Na eleição majoritária, são eleitos os mais votados em cada circunscrição, independentemente de proporcionalidade na composição da casa parlamentar.


O voto majoritário, conhecido como distrital, distorce a representação popular, pois o número de votos que cada partido recebe não se reflete na composição do Parlamento. O resultado disso é que os partidos maiores são beneficiados e os menores são prejudicados, levando a que na prática haja apenas dois partidos, como nos Estados Unidos, ou apenas três ou quatro, como em outros países que adotam o sistema distrital. Os partidos que não conseguem ser majoritários em nenhum distrito desaparecem, mesmo que representem parcelas significativas, mas minoritárias, do eleitorado.


É fácil entender a distorção provocada pelo voto distrital: o candidato A, do Partido Y, tem 50 mil votos no distrito Amarelo, derrotando o candidato B, do Partido Z, que obtém 49 mil votos. No distrito Azul, o candidato C, do Partido Y, recebe 45 mil votos e o candidato D, do Partido Z, tem 44 mil votos. O Partido Z perde nos dois distritos por dois mil votos apenas.


O Partido Y, assim, teve 95 mil votos (50,53%) e o Partido Z teve 93 mil (49,47%) nos dois distritos, praticamente empatados. Mas o Partido Y elege dois deputados e o Partido Z não elege ninguém. Em um sistema de eleição proporcional, cada partido elegeria um deputado. O segundo colocado em todos os distritos pode ficar sem representação mesmo se somar 49,9% dos votos no país.


Para simplificar, vale o exemplo das últimas eleições parlamentares no Canadá, em que foram eleitos 308 deputados em 308 distritos eleitorais, cada um com cerca de 110 mil habitantes. O Partido Conservador teve 39,62% dos votos e elegeu 54% dos deputados (166). O Novo Partido Democrático, social-democrata, recebeu 30,62% dos votos e elegeu 33% dos deputados (102). No sistema proporcional, o Partido Conservador elegeria 122 deputados e o NPD elegeria 94 parlamentares.


Esses dois partidos ganharam deputados à custa do Partido Liberal, que elegeu 35, mas deveria ter 58 cadeiras, do Bloco de Quebec, que elegeu quatro quando deveria ter elegido 18 e do Partido Verde, que elegeu apenas um deputado, mas que pelo sistema proporcional teria 12.


O sistema distrital tem vantagens: os eleitos estão mais próximos de seus eleitores, quando o distrito eleitoral não é muito grande, e as campanhas são mais baratas, pois o território a ser abrangido pelos candidatos é menor do que todo um município ou todo um estado. Como cada partido apresenta um candidato por distrito, há também maior identificação entre os eleitores e os partidos


O sistema proporcional tem a vantagem de assegurar a representação de cada partido de acordo com a votação obtida (desde que superada a cláusula de barreira, onde ela existe), mas também tem desvantagens: com a lista aberta, o eleitor vota em um candidato e pode eleger outro e não há relação próxima entre quem vota e quem é eleito. No sistema de lista fechada, a não ser onde é possível ao eleitor reordená-la, vota-se no partido e não nos candidatos.


Com a lista aberta, cada candidato disputa o voto com colegas do mesmo partido, pois são eleitos os mais votados de cada chapa. Com a lista fechada, o voto é no partido, que define previamente a ordem de colocação. A campanha é mais dispendiosa no processo de lista aberta, pois cada candidato disputa o voto do eleitor. Na campanha com lista fechada, é o partido que faz campanha e não cada candidato. A lista fechada é mais coerente com o financiamento público e por pessoas físicas.


Os alemães conseguiram juntar os dois sistemas, majoritário e proporcional, em um que é conhecido no Brasil como “distrital misto”, mas que na verdade é proporcional com eleição parcialmente majoritária. Não é perfeito, como nenhum é, mas tem mais vantagens que desvantagens e poderia ser aplicado no Brasil. Na Alemanha funciona com o voto em lista fechada, mas há países em que o eleitor pode mudar a ordem definida por cada partido e há outros em que essa ordem é decidida em eleições prévias partidárias, e não pelos caciques de cada organização.



O sistema alemão, que junta eleições majoritárias e proporcionais para compor um Parlamento em que os partidos têm representação ajustada aos votos que receberam, pode ser adaptado ao Brasil, mantendo sua essência. Aqui a lista pode ser aberta, ou reordenada, por exemplo. Ou os distritos podem ser maiores e podem ser eleitos mais deputados em cada um deles.

ENCONTRO DA REALEZA NA CAPITAL.



No Sábado,29 de abril de 2017, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, trinéto do Imperador Dom Pedro II, esteve em Brasília para a comemoração do centenário da aparição de Fátima, promovido pelo Apostolado "Nos Passos de Maria" - administrado pela Dama Rita de Sá Freire, e a Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém,




Os condes Dom Rafael e Dona Bruna com S.A.I.R Dom Bertrand. 









E









Em seguida foi realizado o Cortejo e Coroação Solene de Nossa Senhora de Fátima pelas Damas e pelos Cavaleiros da Pontifícia Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém (OESSJ). Evento em Homenagem a Nossa Senhora de Fátima - Centenário das Aparições - “Valores cristãos e o encanto da fé”

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017


PAPA ACEITA RENÚNCIA DO GRÃO-MESTRE DA ORDEM DE MALTA







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Francisco recebe Matthew Festing em audiência privada em 23 de junho de 2016Mais


O papa Francisco aceitou nesta quarta-feira (25) a renúncia do Grão-Mestre da Ordem de Malta, Matthew Festing, pondo fim a um conflito incomum entre a milenar congregação e o Vaticano.

"Ontem (terça-feira), durante a audiência com o Santo Padre, sua alteza Matthew Festing entregou sua renúncia como Grão-Mestre da Soberana Ordem de Malta. O papa a aceitou hoje (quarta) e manifestou seu apreço e reconhecimento pelos sentimentos de lealdade e devoção", informou o Vaticano em um comunicado.

"O governo da Ordem será assumido de forma interina pelo Grão-Comendador (o alemão Ludwig Hoffmann von Rumerstein) até que seja designado um delegado pontifício", acrescenta a nota.

Fontes religiosas explicaram que o delegado pontifício é uma espécie de interventor. Recorreu-se à sua figura em alguns poucos casos. Em 2010, por exemplo, o papa Bento XVI usou essa figura para a renovação dos Legionários de Cristo, após o escândalo envolvendo seu fundador, Marcial Maciel. Ele foi condenado por abusos sexuais contra seminaristas, por ter tido filhos com diferentes mulheres e por ser consumidor de drogas.

A saída de Festing, britânico de 68 anos, à frente da Ordem desde 2008, é um gesto muito incomum, já que o cargo é vitalício.

"Nesta terça à tarde, o papa recebeu o grão-mestre e lhe pediu que o demitisse. Ele aceitou", anunciou a Ordem horas antes em um comunicado.

A Ordem de Malta - uma das instituições cristãs mais antigas que se tornou um Estado sem território - finalmente provou sua obediência ao Papa, evitando assim uma ruptura com a Santa Sé após mais de 900 anos de uma sólida relação.

A influente entidade conservadora, cujas origens remontam às Cruzadas, está presente em mais de 120 países administrando hospitais e ambulatórios, com 12.500 membros e 100.000 funcionários e voluntários.

Em todo o mundo, suas representações locais começavam a se preocupar com uma diminuição nas doações em razão da polêmica, sobretudo com a proximidade da Jornada Mundial da Hanseníase, em 29 de janeiro - tradicionalmente, um dia importante para angariar fundos, segundo uma fonte interna.

O caso teve início em 6 de dezembro com a exoneração do alemão Albrecht von Boeselager, número dois da ordem, por ter tolerado a distribuição de preservativos a pessoas com risco de contrair o vírus da aids.

Oficialmente, Boeselager, grande chanceler da Ordem de Malta desde 2014 - o equivalente ao posto de ministro do Interior e das Relações Exteriores - foi destituído por "problemas graves".

A guerra de Burke

O preservativo continua a ser um tabu na Igreja católica, que rejeita qualquer método de contracepção, ainda que o papa Francisco tenha feito um apelo em novembro "a um comportamento responsável" diante da aids.

A recusa de Von Boeselager de apresentar sua demissão quando solicitada pelos seus superiores, entre eles o cardeal ultraconservador americano Raymond Burke - um dos adversários internos de Francisco -, é uma das origens da controvérsia.

Considerado um grande crítico do papa argentino, Burke foi afastado do Vaticano ao ser nomeado representante do papa na Ordem de Malta e, desde então, lidera a batalha contra o pontificado de Francisco.

O cardeal faz parte do grupo que pediu a Francisco que corrija seus "erros doutrinários", pedido ignorado até agora pelo pontífice. Segundo fontes da Ordem, o caso teria rendido, sobretudo, em razão da batalha da ala conservadora da Igreja contra o Papa.

Um mês de disputas

A batalha ganhou um novo capítulo quando o irmão de Albrecht von Boeslager foi nomeado para o conselho administrativo do Banco do Vaticano (IOR), em plena restruturação após uma série de escândalos.

"O timing foi extremamente significativo", segundo uma fonte consultada pela AFP.

Em 21 de dezembro, o Papa nomeou uma comissão de investigação de cinco membros encarregada de esclarecer a demissão do alemão. Em um comunicado, o Grão-Mestre se negou categoricamente a cooperar com a comissão de investigação.

Na ocasião, a entidade religiosa justificou sua posição, afirmando que deveria "proteger sua própria soberania" diante do que considerou uma ingerência do Vaticano. O papa ordenou que a comissão investigasse a recente saída do ex-chanceler da Ordem Albrecht Freiherr von Boeselager.

Apesar de a entidade ser considerada um Estado e contar com seu próprio passaporte e corpo diplomático, para a Santa Sé continua sendo vista como uma organização religiosa que deve obediência e respeito ao papa.

Nesse cenário, a Santa Sé chegou a emitir um comunicado apoiando sua comissão.

A Ordem de Malta foi fundada com o nome de Cavaleiros Hospitalários em Jerusalém, em 1048, como uma comunidade de instituições médicas encarregada de tratar doentes, antes de ser reconhecida pelo papa em 1113.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

PELO BRASIL: AS VIAGENS DA FAMÍLIA IMPERIAL EM NOME DA MONARQUIA






No ano de 2016, os membros da Família Imperial estiveram, como sempre, empreendendo grande número de viagens por todo o Brasil. Conforme noticiou o Blog Monarquia Já, os Príncipes estiveram em todas as regiões do território nacional representando os ideais monárquicos.


Acompanhe a notícia da visita dos Príncipes a Santa Catarina e Minas Gerais, elaborado pelo Pró Monarquia:


Em: https://web.facebook.com/promonarquia/


DOM BERTRAND EM SANTA CATARINA



Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, em Brusque
Imagem: Pró Monarquia




Entre os últimos dias 14 e 16, S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, esteve no Estado de Santa Catarina, onde desempenhou extensa agenda de compromissos oficiais, representando a Casa Imperial do Brasil.


A programação teve início na tarde do dia 14, com o desembarque do Príncipe Imperial no Aeroporto Internacional Ministro Victor Konder, em Navegantes, sendo recebido pelo Coordenador do Ciclo Brusquence de Conferências Magnas Temáticas, Prof. Paulo Vendelino Kons, e uma comitiva de autoridades e monarquistas locais. Em seguida, Sua Alteza sobrevoou de helicóptero as antigas Colônias Imperiais de Itajahy e Príncipe Dom Pedro.


Aterrissando na sede da antiga Colônia Nova Itália, em São João Batista, o Príncipe Imperial seguiu a pé, acompanhado por autoridades locais e pela população, para a Igreja de São José, onde foram oficialmente iniciadas as comemorações pelos 180 anos do início da colonização italiana no Brasil. Presentes, centenas de moradores locais, muitos deles representantes das primeiras famílias a imigrarem da Itália para o nosso País, além do Prefeito Vilmar Francisco Machado, do Prefeito eleito Daniel Netto Candido e do Deputado Estadual Serafim Venon.


A Santa Missa Solene foi celebrada pelo Padre Élio Luis Grings, Pároco da Paróquia de São João Batista, e a adoração ao Santíssimo Sacramento foi finalizada com o hino “Tantum Ergo Sacramentum”, composta por Santo Tomás de Aquino e entoado pelo cantor Juliano Mazzola, acompanhado por integrantes da Banda Padre Sabbatini, após a qual foi dada a Bênção Solene. Ato contínuo, no cemitério da igreja, Sua Alteza depositou uma coroa de flores na lápide tumular do pioneiro João José Zunino (1833-1919), natural do antigo Reino da Sardenha, que chegou ao Brasil com apenas três anos de idade.


Em seguida, teve início a solenidade de boas-vindas ao Príncipe Imperial a São João Batista. Na ocasião, foi feita a saudação aos descendentes dos imigrantes italianos pioneiros no Brasil, seguida de pronunciamentos dos representantes do Município de São João Batista. Também foi entoada uma canção em homenagem a Sua Alteza que, em seguida, discursou aos presentes, exaltando a fé e o empreendedorismo dos colonos italianos e a união de vários povos que compõe o Brasil. Por fim, o Príncipe Imperial descerrou uma placa comemorativa dos 180 anos do início da colonização italiana no Brasil, em frente à igreja. Terminadas as solenidades, Sua Alteza lanchou com as autoridades locais, antes de ir se despedir da população.


A comunidade ítalo-brasileira tem um significado especial para a Família Imperial do Brasil, uma vez que a Imperatriz Dona Teresa Cristina, esposa do Imperador Dom Pedro II, era uma Princesa do Reino italiano das Duas Sicílias, e sua vinda para o Brasil serviu de incentivo para que muitos de seus compatriotas também viessem para o nosso País. Mais tarde, sua sobrinha-neta, a Princesa Maria Pia das Duas Sicílias, casou-se com o Príncipe Imperial Dom Luiz do Brasil, neto do Casal Imperial, sendo estes os avós paternos de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, do Príncipe Imperial Dom Bertrand e de seus outros dez irmãos e irmãs.


Na parte da noite, já no município vizinho de Brusque, o Príncipe Imperial abriu a “Mostra Filatélica Império do Brasil”, no foyer do Teatro do Centro Empresarial, Cultural e Social de Brusque (CECSB), e realizou a obliteração do primeiro envelope com o carimbo dos Correios, Agência de Brusque, datado daquele dia 14 de novembro de 2016, com selo comemorativo a visita de Sua Alteza a Brusque e ao Bicentenário da Independência do Brasil, em 2022, por iniciativa do Clube Filatélico Brusquence. O selo comemorativo pode ser adquirido nas agências dos Correios, através de encomenda.


Em seguida, ainda no Teatro do CECSB, o Príncipe Imperial ministrou a palestra “A Monarquia na Construção do Brasil Independente”, abrindo o Ciclo de Conferências Magnas do Bicentenário da Independência, que se estenderá até 2022. Foi uma brilhante aula magna, na qual Sua Alteza expôs de forma magnânima e através de argumentos sólidos, em um panorama que foi da Fundação do Reino de Portugal, em 1139, passando pela Descoberta do Brasil, em 1500, nossa Independência, em 1822, até chegar ao infame golpe republicano de 1889, a inegável superioridade da Monarquia sobre a República, contribuindo grandemente para a formação humana e intelectual das autoridades, cidadãos e monarquistas locais que lotavam o auditório, além das centenas de pessoas que assistiam à palestra ao vivo, pela Internet.
Sem dúvida, a passagem do Príncipe Imperial pelo Estado de Santa Catarina representou mais um avanço rumo à restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar no Brasil. Foram criados e consolidados laços de amizade entre os veteranos e jovens monarquistas de todo a região, tudo coroado pela presença de Sua Alteza e engrandecido pelo brilhantismo de sua palestra. Tamanho foi o interesse da imprensa, que mesmo após retornar a São Paulo, o Príncipe Imperial continua concedendo entrevistas à emissoras de rádio e jornais locais.


Acompanhou o Príncipe Imperial durante toda sua estadia em Santa Catarina o Procurador de Justiça Dr. Gilberto Callado de Oliveira, Corregedor-Geral do Ministério Público do Estado de Santa Catarina e Presidente do Círculo Monárquico de Nossa Senhora do Desterro (Florianópolis).


O I SEMINÁRIO MONÁRQUICO DO NORTE DE MINAS





Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança em sua confêrencia
Imagem: Pró Monarquia




Nos últimos dias 17 e 18 de novembro, quinta e sexta-feira, foi realizado o I Seminário Monárquico do Norte de Minas, em Montes Claros (MG), promovido pelo Círculo Monárquico de Montes Claros, no campus local do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG).


O distinto e numeroso público, que encheu boa parte da sala de conferências, era composto por veteranos monarquistas e, na grande maioria, por jovens sedentos por uma alternativa de futuro melhor para o nosso País, que virá apenas por meio da restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar. Pela Internet, quase mil pessoas assistiram às palestras, transmitidas ao vivo.
Como convidado de honra, no dia 18, representado a Casa Imperial do Brasil, esteve presente S.A.R. o Príncipe Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança, sobrinho de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil. O Príncipe foi muito requisitado, conversando com todos os presentes e posando para as já corriqueiras “selfies”.


O ciclo de palestras foi iniciado pelo Prof. Me. Júlio César Guedes Antunes, mestre em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina, que ministrou sobre a “Guerra do Paraguai: Mitos e Geopolítica do Rio da Prata no Século XIX”. Ato contínuo, o Dr. Victor Augusto de A. Ferreira, psicólogo formado pelas Faculdades Integradas Pitágoras, tratou dos “Impactos da República na Psique Brasileira”. Por fim, o advogado Dr. Ezequiel Novais Neto, Presidente do Círculo Monárquico de Montes Claros, ministrou palestra intitulada “Formas e Sistemas de Governo sob Abordagem Monarquista”.


Já no dia 18, encerrando o Seminário, S.A.R. o Príncipe Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança, durante uma explanação brilhante, demonstrou, com argumentos sólidos, a inegável superioridade política, econômica e, sobretudo, moral da Monarquia sobre a República, contribuindo grandemente para a formação política e intelectual de todos os que ali estavam presentes.


Sem dúvida, o I Seminário Monárquico do Norte de Minas representou mais um avanço rumo à restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar no Brasil. Foi um evento que criou e consolidou laços de amizade entre os veteranos e jovens monarquistas de todo o norte do Estado de Minas Gerais, abrilhantado pelas personalidades dos grandes palestrantes e coroado pela presença de um Príncipe da Casa Imperial do Brasil.



No dia 25 e 26 de novembro, o Estado do Mato Grosso do Sul recebeu o I Encontro Monárquico Conservador.

DESCENDÊNCIA DOS IMPERADORES DO BRASIL: A FAMÍLIA DOS CONDES DE STOLBERG






Honrosamente e com exclusividade, o Blog Monarquia Jádivulga as duas primeiras imagens publicas da Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, Condessa de Stolberg, e do marido, o Conde Alexander, acompanhados dos dois filhos, os pequenos Condes Louis e Lorenz (em português Luiz e Lourenço).



A Condessa Dona Isabel, nascida Princesa de Orleans e Bragança, segura o filho, o Conde Lorenz, acompanhada de seu marido, o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg, que tem nos braços o Conde Louis
Imagem: Blog Monarquia Já




Em outra imagem, o Conde Alexander e a Condessa Dona Isabel, acompanhados dos filhos, posam próximo a árvore de natal de sua residência.



A Família junto ao pinheiro de Natal
Imagem: Blog Monarquia Já



Dona Isabel, nascida Princesa de Orleans e Bragança, é filha do Príncipe Dom Fernando de da Princesa Dona Maria da Graça de Orleans e Bragança, sendo, portanto, sobrinha de S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil. Casou-se em 2009, numa histórica cerimônia no Rio de Janeiro, com o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg, de antiga e prestigiada Família nobre mediatizada da Alemanha. O Conde Alexander, atencioso e interessado, acompanha da Europa, onde reside com sua família, os acontecimentos no Brasil, colaborando com os ideais monarquistas. Ativo, participou do Encontro Monárquico Nacional de 2015.

O BATIZADO DO CONDE LORENZ DE STOLBERG-STOLBERG






Ainda em 2016, no mais belo e tradicional templo católico da Bélgica, a Igreja de Notre Dame du Sablon, em Bruxelas, o sobrinho-neto do Chefe da Casa Imperial do Brasil foi batizado.



A Igreja de Notre Dame du Sablon, em Bruxelas. Em um de seus vitrais pode-se ver o brasão da Família dos Condes de Stolberg-Stolberg
Imagem: divulgação




O Conde Lorenz, segundo filho do Conde Alexander de Stolberg-Stolberg e de sua esposa, a Condessa Dona Isabel, nascida Princesa de Orleans e Bragança, recebeu este nome (em português Lourenço) em honra de São Lourenço Justiniano (1381 - 1456), Patriarca de Veneza, grande exemplo das virtudes e de serviço ao Nosso Senhor, cuja memoria litúrgica, no calendário tridentino, celebra-se em 5 de setembro, data do nascimento do pequeno Conde. Seu nome completo de batismo é Lorenz Joseph Christian Vincenz Diniz Michael Maria.



O Padre Alessandro de Bourbon - Duas Sicílias celebra o batizado do Conde Lorenz de Stolberg-Stolberg
Imagem: Blog Monarquia Já


Na pia batismal, os padrinhos, S.A.R., a Princesa Dona Maria da Gloria de Orleans e Bragança e S.A.I., o Conde Maximilian de Stolberg-Stolberg, junto de toda a assistência, comprometem-se durante o primeiro sacramento do pequeno Conde
Imagem: Blog Monarquia Já



Foi madrinha, sua tia – irmã de sua mãe, a Princesa Dona Maria da Gloria de Orleans e Bragança, e padrinho, seu tio – irmão de seu pai, o Conde Maximilian de Stolberg-Stolberg. Para a cerimônia, celebrada no rito tradicional, foi composto livreto próprio que na capa ostentava os brasões do Império do Brasil e da Família Stolberg-Stolberg. Oficiou a celebração o Padre Alessandro de Bourbon - Duas Sicílias, primo de Dona Isabel. Cerca de 70 pessoas, dentre os quais membros da Família Imperial brasileira, a Família dos Príncipes de Ligne e os Conde de Stolberg-Stolberg assistiram ao primeiro sacramento do Conde Lorenz.


O pequeno Conde Lorenz é neto, através de sua mãe, do Príncipe Dom Fernando e da Princesa Dona Maria da Graça de Orleans e Bragança, sendo, portanto, o 18º bisneto do Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909 - 1981), Chefe da Casa Imperial do Brasil (1922 - 1981) e da Princesa Dona Maria de Orleans e Bragança (1914 - 2011), nascida Princesa da Baviera. Por seu pai, o Conde Lorenz é neto dos Condes Franz Joseph e Jacqueline de Stolberg-Stolberg, de Casa de antiga e prestigiada nobreza da Europa, tendo antepassados que já permeavam a história desde 1200.